29.9.11

Ideia perigosa




Penso sempre cinco vezes antes de pensar em você: ideia perigosa que se esconde em cada esquina. Arma apontada errou o tiro de propósito.
E eu, vítima de bala perdida, minto para mim mesmo chegando a me convencer da minha própria mentira.
Finjo que me escondo pra bem longe de sua mira, mas sei que o encontro é inevitável. E nesse jogo de palavras cruzadas, já não interessa mais quem perde ou quem ganha. Vale mais a estratégia dos jogadores.
Quanto a mim, não estranhe, serei sempre o pólo conflituoso dessa dialética.

4 comentários:

Tamara Antas disse...

Fabinho, a sensação que tenho quando leio você é daquelas que me remetem a sensações experimentadas nas leituras de grandes poetas.

Fabiano disse...

Tamara, suas palavras me envaidece e isso é um tanto perigoso. E com elas penso que estamos conseguindo atingir nossa meta que não é se tornar um grande poeta, mas provocar este tipo de emoção nos leitores.

Abraço e valeu pela visita.

raquel medeiros disse...

Esses jogos e encontros perigosos e inevitáveis... Estamos na mesma estação do metrô, amigo, somos conterrâneos e contemporâneos.

Um beijo.

Fabiano disse...

hahahha... Que bom vc por aqui. Vamos pegar então esse trem. Seja lá pra onde ele for. Valeu a visita! bjss.