Penso sempre cinco vezes antes de pensar em você: ideia
perigosa que se esconde em cada esquina. Arma apontada errou o tiro de
propósito.
E eu, vítima de bala perdida, minto para mim mesmo chegando
a me convencer da minha própria mentira.
Finjo que me escondo pra bem longe de sua mira, mas sei que
o encontro é inevitável. E nesse jogo de palavras cruzadas, já não interessa
mais quem perde ou quem ganha. Vale mais a estratégia dos jogadores.
Quanto a mim, não estranhe, serei sempre o pólo conflituoso dessa dialética.
4 comentários:
Fabinho, a sensação que tenho quando leio você é daquelas que me remetem a sensações experimentadas nas leituras de grandes poetas.
Tamara, suas palavras me envaidece e isso é um tanto perigoso. E com elas penso que estamos conseguindo atingir nossa meta que não é se tornar um grande poeta, mas provocar este tipo de emoção nos leitores.
Abraço e valeu pela visita.
Esses jogos e encontros perigosos e inevitáveis... Estamos na mesma estação do metrô, amigo, somos conterrâneos e contemporâneos.
Um beijo.
hahahha... Que bom vc por aqui. Vamos pegar então esse trem. Seja lá pra onde ele for. Valeu a visita! bjss.
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